‘Sex and the City’ – A evolução da série

28 Set , 2013   ,

A série televisiva ‘Sex and the City’ faz este ano quinze anos. Uau… Sinais que os anos passam… Não fazia ideia que tinha sido há tanto tempo. Quando começaram os primeiros episódios, eu andava pelos últimos 20s e lembro-me de gostar da Miranda, achar a Carrie e a Charlote umas barbies, e gostar da Samantha por desafiar a ideia convencional da ‘lovely mulher’ que procura sempre o amor em todas as relações.
O artigo da NY analisa a evolução da série e como esta sucumbiu ao convencional… A meio da série, a Carrie torna-se refém da relação com o tal tipo de nome ‘Big’. A Carrie perde a piada, torna-se insegura, frágil e destrói a personagem engraçada, segura e freak. Piora no filme quando a produção torna a série numa história banal de princesas e príncipes. Ao que parece, a mudança do diferente para o convencional seguiu o desejo das espectadoras(es). Se agradou… Agradou por pouco tempo. Porque mais do mesmo morre cedo.
Na série inicial as conversas eram autênticos tratados sobre libertação sexual feminina. No início, a série foi um grito de nouveau feminismo. Sucumbiu. Ao longo destes 15 anos testemunhei, com tristeza, a sua morte lenta. Não morreu quando terminou, começou a morrer quando o tal ‘Sr Big’ apareceu… Pelos vistos o público gostou. Infelizmente as histórias de príncipes continuam a ser preferidas, mesmo que sejam príncipes maus e sem interesse.

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