Assembleia Nacional da Guiné Bissau

9 Jul , 2015  

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As gargalhadas foram dadas por mim e pelos Senhores deputados da Comissão Parlamentar dos Assuntos Jurídicos, Constitucionais, Direito do Homem e Administração Pública. Trabalhámos horas (aliás os deputados, eu só estava como facilitadora) mas a boa-disposição ajudou que se trabalhasse horas quase sem notar.

De salientar que nesta sala estão deputados tanto do PAIGC como PRS (e em todas as Comissões) o relacionamento entre os deputados não só é de boa-convivência como de verdadeiro trabalho conjunto. Para quem só lê más notícias sobre a Guiné Bissau leiam : o convívio entre as diferentes bancadas não só é de mútuo respeito como é marcado por uma atitude construtiva conjunta para a retoma e desenvolvimento do país.

Cruzamento com a História

7 Jul , 2015  

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Cruzamento com a história ou ‘estórias de vida’. Estávamos sentados lado a lado nas cadeiras de plástico. Esperávamos os 3 para reunir com ‘homem grande’ (com cargo importante, pelo menos). O ar condicionado do gabinete do homem grande não chegava ao corredor das nossas cadeiras. A espera prometia ser longa. Resolvi por isso falar com os dois velhotes. Palavra puxa palavra. E já estávamos em grande conversa.

Eu tinha um pedaço da história da Guiné Bissau ali ao meu lado. A história de países é feita da soma de muitas estórias. No caso de jovens estados, podemos estar ao lado como eu hoje estive de quem lá em 1973 esteve no içar da bandeira e na proclamação do Estado da Guiné Bissau.

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São Tomé e Príncipe – 2015

24 Jun , 2015   Gallery

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Mozambique to 2018: Managers, Mediators and Magnates

22 Jun , 2015  

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Mozambique’s ambitious new executive must find ways to bridge a set of gaps: between the core and the periphery; between political parties – established and new; and between the interests of business and the stark fact that Mozambique remains extremely poor, according to a new report.

Mozambique2018

Photo: Louise Gubb/CORBIS SABA
Recent political developments in Mozambique mark the beginning of an important era. The party of government, the Mozambique Liberation Front (FRELIMO), is clearly anxious to back the newly elected head of state, Filipe Nyusi, who – following an initial tussle with his predecessor – is apparently keen to open a different style of dialogue with his rivals both among the country’s opposition parties and within FRELIMO itself. This apparent political maturing comes at a time when the prospect of significant economic transition is gaining ground.
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S. Tomé e Príncipe – Apresentação oficial do primeiro plano estratégico da Assembleia Nacional

20 Jun , 2015  

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A apresentação foi feita por deputados das 3 bancadas, Arlindo Barbosa Semedo Barbosa (MLSTP); Danilson Cotú (PCD) e Abnildo Do N. D’Oliveira (ADI).

Todos estiveram muito bem. Claros e sobretudo a demonstrarem que a divergência política é saudável e tem que existir, mas há assuntos que independentemente das diferenças todos podem lutam por bem comum, neste caso um melhor parlamento. (para consultar o projecto onde se enquadra a iniciativa consultar a página fb do Pro PALOP-TL)

‘Léve, léve’

15 Jun , 2015  

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Aqui nas terras de S. Tomé e Príncipe usa-se a expressão léve, léve… quem passar à pressa pode pensar que quer dizer ‘devagar, devagar’ ou parecido… mesmo os São Tomenses usam nesse sentido. Hoje uma S. Tomense aproximou-se de mim depois de eu ter usado a expressão com o sentido de ‘sem pressa’ e muito leve, leve disse-me baixinho ‘léve, léve’ não é isso… e deu-me uma lição.

Disse-me leia o poema da Alda Espirito Santo e vai perceber o que é o nosso léve, léve… não consigo encontrar o poema. Mas o cantor S. Tomense Kalú Mendes tem uma música com base no poema e depois de ouvir, percebi o quanto errada estava! Léve, léve é o que o poema diz e é esta definição do poema que combina com o povo e o país que eu tenho visto. Léve, léve não é correr à toa.. É andar com passo certo para conhecer a felicidade ….

Stop over in Johannesburg, South Africa

19 Mai , 2015   Gallery

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Patching Things Up in Mozambique

1 Abr , 2015  

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The year 2015 marks the fortieth anniversary of Mozambique’s independence and its twenty-first consecutive year of official multiparty political competition. In a country long torn by war—first for independence from Portugal and then between rival domestic groups—the last two decades have seen four presidential and parliamentary elections. All of them have been held on schedule, most recently on 15 October 2014. Yet the 2014 voting occurred amid the sharpest political and security challenges Mozambique has faced since 1994, including the renewal of armed clashes between the long-ruling Frelimo forces and those of its main competitor, Renamo (the Mozambican National Resistance). The country’s stalled democratization is partly due to the ruling party’s dominance, but it owes something to Renamo’s choice as well—for whatever reason, that opposition formation has signed on to a system that makes the opposition’s leader a perennial outsider. A genuine debate on the design of the political system that considers the enhancement of local and regional powers could form part of a true reconciliation process, and it could be a force helping Mozambique to resume a climb up the ladder of democratization.

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Retórica pré-eleitoral

18 Dez , 2014  

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Em 2010, Presidente Kabila pediu às tropas da ONU para saírem do país. Nesta segunda-feira, Presidente Kabila discursou perante o parlamento e a mensagem foi a mesma que em 2010, ou seja – voltou a pedir aos capacetes azuis para irem para casa. Em comum, as duas mensagens têm o quando e onde são feitas. Quanto ao ‘Quando’, o ano de 2010 e 2014 são anos antes de eleições, e o ‘onde’, as declarações do Presidente são feitas bem longe do Congo Leste, onde há vinte anos reina a guerra. Campos de refugiados cheios e milhares de famílias sem poderem nem regressar às suas aldeias. Presidente Kabila deve ter uma ideia-plano em como terminar a guerra, mas isso ficou longe de ser percebido.

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Time for a Fresh Start: Guinea Bissau’s Impressive Elections

20 Mai , 2014  

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Guinea Bissau’s recent elections hold the promise of bringing to an end a long period of instability. The country’s imperative tasks are now to build an inclusive government, to reign in its military and to re-engage with the international community.

People wait in line to vote in the second round of the presidential election on 18 May 2014 in Guinea Bissau. Photo by Seyllou/AFP/Getty Images.People wait in line to vote in the second round of the presidential election on 18 May 2014 in Guinea Bissau. Photo by Seyllou/AFP/Getty Images.

Guinea Bissau catches headlines for coups and the drugs trade, but around 78 per cent of Guinea Bissau’s voters voted in a second round of inclusive and peaceful presidential elections on 18 May. Last month, 89 per cent of voters elected a new parliament. The election of José Mario Vaz as president and Domingos Simoes Pereira as prime minister is an opportunity for Guinea Bissau to move on from instability and economic stagnation. A high turn-out for these elections demonstrates the determination of the electorate to end the decades-long instability that included a coup d’état in 2012 that ushered in a caretaker government which proved unpopular and ineffective over the last 25 months.
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