Parliaments and Citizens in Sub-Saharan Africa

2 Out , 2012  

, ,

In Sub-Saharan Africa, elected multiparty assemblies have existed on average for no more than two decades. The following analysis seeks to comprehend and evaluate the links between citizens and their elected parliaments in 18 African countries with a particular focus on Mozambique and South Africa. It aims to address some of the scepticism, both within and outside these institutions and countries, surrounding the relationship between parliaments and citizens under these socioeconomic contexts. It does so by explaining the overall political and socioeconomic context of African multiparty parliaments and their citizens followed by a discussion of citizens’ access to parliaments and, lastly, of citizens’ perceptions of parliaments using a combination of descriptive, comparative and analytic techniques.

Read more here.

Bissau, 20 de Abril

20 Abr , 2012  

,

Ontem existiam nomes de transição, hoje nem por isso. Mas, antes de qualquer precipitação de análise ou interpretação negativa, leiam na totalidade o take da Lusa.
Bissau, 20 abr (Lusa) – Serifo Nhamadjo, primeiro vice-presidente da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau negou hoje ter sido convidado para ser o Presidente interino do país e que a Assembleia tenha sido dissolvida.
Serifo Nhamadjo falava precisamente na Assembleia Nacional, onde se encontrou com os militares que fizeram um golpe de Estado na semana passada, chefiados pelo porta-voz do Comando Militar, Daba Na Walna. À saída do encontro, Daba Na Walna também disse que a Assembleia Nacional não foi dissolvida. Num tom apaziguador disse que o respeito pela lei são ‘arranjos que se podem conseguir’, acrescentando: ‘estamos a procurar soluções, não precisamos de nenhuma força no país, que não está em guerra’ (sobre o eventual envio de uma força internacional). Serifo Nhamadjo, que disse estar a falar como presidente da Assembleia em exercício, e explicou que a reunião com o Comando Militar serviu para iniciar uma reflexão.
‘Como devem calcular, depois de todo esse levantamento ficámos refugiados, acompanhando pela imprensa. Depois do anúncio de ontem que se deu na imprensa, sem prévio conhecimento, pedimos encontro urgente para saber porquê’, disse Serifo Nhamadjo.

More…

Os meus posts ao longo do Golpe de Estado na Guiné Bissau

13 Abr , 2012  

, ,

12 Abril 2012

Tiros e confusão em algumas ruas de Bissau. Eu estava dentro do carro na Avenida dos Combatentes vinda da Universidade Colinas de boé. Era cerca de 20h30 aqui em Bissau já noite escura. De onde estava não ouvi os tiros mas começávamos a ver centenas de pessoas a correr desnorteadas a fugir da cidade. De repente sem espaço os carros, os táxis, os toca toca começaram a fazer a inversão de marcha. As pessoas passavam entre os carros e gritavam em Kriol os militares estão na casa do cadogo. O motorista manteve a calma. Gritava de carro para carro para saber o que se passava. As rádios nacionais deixaram de emitir.

More…

Bissau – 2012

12 Abr , 2012   Gallery

, ,

Carnation Revolution

25 Abr , 2011  

The third wave of democratization in the modern world began, implausibly and unwittingly, at 25 min after midnight, thursday, April 25th, 1974, in Lisbon, Portugal, when a radio station played the song ‘Grandola Vila Morena” Samuel Huntington. It was the end of a long authoritarian regime and of the colonial war. Today we celebrate our transition for democracy, poetically called the Carnation revolution 🙂

Parliaments in Africa: Representative Institutions in the Land of the ‘Big Man’

24 Fev , 2011  

, ,

This paper analyses the perceptions among survey participants, of African parliaments and presidents and examines their citizens’ attitudes towards the coexistence of these two institutions. It aims to determine the way citizens rate their parliaments compared with their presidents. It further seeks to answer the question of whether Africa remains the continent of the ‘big man’, where absolute power lies with an individual, feeding clientelistic relationships. In the decades following the transitions to independence, most of the continent was marked by a proliferation of monoparty regimes; in many cases, these were almost one-man regimes. A majority of the leaders symbolised, at an early stage of independence, the birth of the nation itself. Many times these presidents have sought to extend their incumbency perpetually. However, over the last two decades this scenario has changed considerably. Monoparty parliaments have been replaced by multiparty parliaments and executives, and presidents have found themselves needing to share their leadership of the nation with parliamentarians. Not much is known about how these emerging parliaments have been operating, but the little that is known tells us that they have faced a lack of institutionalisation and still struggle to assert their independence from strong executives. It is therefore reasonable to expect that parliaments will be perceived as dormant institutions in the public eye.

Read more here.

Bangkok II

7 Abr , 2010  

Bangkok em vermelho. Polícias e manifestantes numa dança pacífica. A opção por não-violência por parte da polícia já lhes valeu, nos meandros do povo da alcunha de watermelon- verde por fora vermelho por dentro. Estou por cá há uns dias e a observar à distância o jogo de força entre governo e oposição. Hoje o parlamento foi invadido, veremos se a paz resiste.

Bangkok I

7 Abr , 2010  

Bangkok inundado pelas ‘camisolas vermelhas’…o primeiro-ministro anunciou hoje estado de emergência em resultado da invasão do parlamento pelos manifestantes vermelhos. Estou por aqui há uns dias, algumas ruas estão intransitáveis, mas o confronto entre polícias e os protestantes tem sido com uma dança respeitosa. A opção da polícia em não usar violência leva a que na cidade os militares sejam agora chamados de watermerlon… verde por fora, vermelho por fora.

Parliaments and the enhancement of democracy on the African continent: An analysis of institutional capacity and public perceptions

24 Jan , 2007  

, ,

While modern parliaments in Africa receive little attention in the scholarly literature, they are drawing considerable attention from the international donor community. Since the early 1990s, when many African countries resumed multi-party elections and democratic practices, legislative strengthening programmes have become an important part of international democracy assistance. Despite these programmes, our knowledge about Africa’s current parliaments remains limited. They seem to be widely regarded as potential agents for democratic change but whether national legislatures are in fact enhancing the quality of democracy on the African continent is far from clear. This study discusses two important issues that lie at the heart of the democracy-enhancing potential of Africa’s current parliaments: their institutional capacity and the way they are perceived by the citizens they represent. After a brief review of the existing literature on legislatures in Africa, the essay first considers whether they have the institutional capacity to fulfil a meaningful role and provides a detailed description of the autonomy of parliaments in 16 selected countries. It then turns to the way Africans perceive and evaluate their parliaments. Do citizens see their legislatures as valuable institutions? Finally, we discuss the implications of our findings for the prospects of African parliaments becoming agents of democratic change.

Read more here.